Sempre gostei de pensar que sou uma espécie de profissional renascentista — alguém que transita e conecta múltiplas áreas: escrita, negócios, comunicação, desenvolvimento pessoal.
E ninguém personifica melhor esse ideal do que Leonardo da Vinci. Pintor, inventor, cientista, anatomista, escultor, arquiteto, matemático, músico. Da Vinci é o arquétipo máximo da curiosidade infinita e da recusa em aceitar as limitações das especializações. Ele não via contradição entre arte e ciência, entre razão e intuição.
Se eu pudesse jantar com ele, perguntaria sobre o processo. Como lidava com o caos de tantos interesses simultâneos. Como decidia onde investir seu tempo limitado, entre tantas possibilidades. Como mantinha o foco em projetos longos, quando sua mente fervilhava com ideias novas todos os dias.
Em um mundo que nos pressiona constantemente a encontrar nosso nicho, essa conversa seria libertadora.
Escrito para Tudo Começa Com Uma Pergunta e cortado na revisão final. Nunca chegou ao livro impresso. Quer descobrir o que chegou? Leia o livro →